Sessão de Apresentação da Certificação Voluntária em Bem-Estar Animal na produção de Suínos

 

A APIC (Associação Portuguesa de Industriais de Carne) e a FILPORC (Organização Interprofissional para Fileira da Carne de Porco) têm a honra de vos convidar para a apresentação do “Regulamento de certificação em bem-estar animal na produção de suínos para a fileira da carne de porco” no próximo dia 3 de junho de 2022, na Casa do Território, R. Fernando Mesquita 2453 D, 4760-143 Vila Nova de Famalicão, das 11.00h às 13.00h.

vejam pf programa aqui.

Sublinhamos que os estabelecimentos não associados da APIC também poderão aderir a este sistema de certificação.

Esta participação não terá encargos, apenas carece de inscrição, a qual deve ser feita até ao próximo dia 27 de maio, informando nome, email e empresa que representa.

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Qual o preço a pagar, por não querermos fazer parte de programas de televisão que não são informativos e nem pedagógicos, que apenas querem criar polémicas e sensacionalismo? Deveremos participar? Mesmo que seja um programa de pouco rigor científico, que providencie mais desinformação do que informação? Daqueles que vão surgindo muitas vezes em canais de televisão, alguns até de serviço publico? Fica a pergunta, sem resposta tangível.

Ontem dia, 12 de maio, foi emitido mais um programa da RTP, Linha da Frente, da responsabilidade da Jornalista Mafalda Gameiro. Convidaram a CAP, a qual face ao tema, solicitou apoio a um produtor primário que entendeu ser a APIC a entidade mais habilitada a responder.

A APIC tinha tido uma má experiência com o Programa “linha da frente”, no ano de 2021, por isso, porque não queria deixar de fazer comunicação aos consumidores, para que não se repetisse, quis garantir que, desta vez, não estariam em causa polémicas sem sentido e
entrevistas a pessoas, que na obscuridão falam do que não sabem.

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A CARNE FALSA NÃO IRÁ SALVAR O PLANETA!
 
Um novo relatório do IPES-Food, The Politics of Protein, revela que a carne falsa é uma tecnologia "bala de prata" que pode não ser tão sustentável como os seus defensores afirmam. Há uma pressa nas chamadas "proteínas alternativas" - que incluem produtos "de laboratório" ou "de cultura" de carne e peixe, substitutos à base de plantas (ou "falsos"), bem como alternativas lácteas e de ovos. Uma "obsessão proteica" na comercialização e nos meios de comunicação ajuda a reforçar estas tecnologias.

As proteínas alternativas prometem reduzir os danos para o clima. No entanto, as provas para estas reivindicações são limitadas e especulativas. De facto, podem causar mais danos do que bem, e arriscam-se a entrincheirar a dominação dos sistemas alimentares por empresas agroindustriais gigantes, aumentando a dependência da energia dos combustíveis fósseis, promoção de dietas normalizadas (ocidentalizadas) de alimentos transformados, conduzindo à perda de meios de subsistência para os produtores de gado no Sul global, e reforçando as cadeias de abastecimento industrial que prejudicam as pessoas e o planeta.

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