Chegou ao fim o ano de 2022!

Um ano sui generis!

Tivemos e temos uma guerra, assolou-nos a inflação, tivemos a seca e mesmo no final do ano, as
famigeradas cheias!

É caso para perguntar, o que nos espera mais?

Todos temos o hábito, chegado o final de mais um ano, de fazermos um balanço, quer pessoal
quer profissional!

Enquanto Presidente da APIC, não poderia deixar de fazer essa análise em jeito de balanço, sobre
a atividade que a APIC desenvolveu, para apoiar os seus associados!

Em primeiro lugar, sublinhar que o Ano Novo que se aproxima, infelizmente será muito similar ao
anterior.

Vamos continuar com a inflação, com o custo em alta da energia, dos fatores de produção e
matérias-primas, os quais não se conseguem reverter no custo do produto final que vendemos!

Em segundo lugar, sublinhar e lamentar este conflito dos preços!
Apesar de todas as indústrias precisarem de aumentar os preços de venda, para conseguirmos sobreviver economicamente, continuamos a trabalhar na sombra uns dos outros!
Todos sabemos que no passado e presente, a falta de compromisso e ética entre as empresas tem levado a que os nossos clientes tirem vantagens competitivas e nos conduzam a perdas de rentabilidade, dia após a dia.

Ler mais aqui.

  

Partilhamos o artigo sobre a greve que se avizinha do dia 19 de ao dia 30 de dezembro, anexando também as últimas cartas dirigidas ao MAA e ao Gabinete do Primeiro-Ministro, no passado dia 9 de dezembro.

Não contestamos a legitimidade da greve, é um direito de cada um!

Contestamos sim e manifestamos o nosso total desagrado pelo facto de, apesar da APIC ter vindo contactar a Autoridade Competente (DGAV), o Ministério que a tutela (Ministério da Agricultura e Alimentação) e mesmo o Gabinete do Senhor Primeiro-Ministro sobre esta problemática, nada acontecer

Artigo: No Natal poderá não haver carne portuguesa à mesa! aqui

Carta ao Senhor Chefe de Gabinete da Senhora Ministra da Agricultura e da Alimentação aqui

Carta ao Chefe de Gabinete do Primeiro-Ministro aqui

Greve de 11 dias dos inspetores sanitários vai impedir o abate de animais nos matadouros

Pode estar em causa o fornecimento de carnes aos talhos até ao final do ano.

Veterinários e inspetores sanitários da Direção-Geral da Alimentação e Veterinária entraram numa greve de 11 dias na segunda-feira e colocam em risco o fornecimento de carnes aos talhos.

Nenhum animal pode ser abatido nos matadouros sem a presença de um representante da Direção-Geral de Veterinária.

Sem o abate diário, os matadouros não sabem bem o que vai acontecer aos animais que entrarem. A preocupação é agravada, porque nesta época alta, o número de abates costuma duplicar.

Dependendo da adesão dos inspetores, muitos matadouros poderão ficar completamente parados nestes últimos dias do ano.

A associação que representa a Indústria das Carnes teme consequências para o consumidor final.

A greve dos veterinários e inspetores sanitários da DGAV foi convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas. Começa nesta segunda-feira, dia 19, termina na sexta, 30 de dezembro. Ver entrevista aqui