O Novo Secretário de Estado da Agricultura! - Comunicado que a APIC partilhou junto da comunicação social
Para vosso conhecimento, partilhamos o comunicado que divulgámos junto da comunicação social. Consultar aqui

Exposição à Senhora Ministra da Agricultura e Alimentação-falta de inspetores sanitários - Escrito por Graça Mariano, Diretora executiva da APIC
Apesar de todos os contactos que a APIC tem tido com o Ministério da Agricultura e Alimentação, sobretudo ao longo destes últimos dois anos, alertando para o número insuficiente de médicos veterinários a exercer tarefas de inspeção sanitária, nada aconteceu, continuando os empresários a terem os abates nos matadouros limitados por falta de disponibilidade dos veterinários oficiais.
Por esta razão voltamos ao vosso contacto, deixando abaixo informação que vos permita perceber a importância do setor da carne para Portugal, caracterizando a Associação Portuguesa dos Indústrias de Carne (APIC), contextualizando o problema em causa e o histórico da inspeção sanitária.
Entendemos ser também relevante sublinhar as várias formas como este setor contribui para o desenvolvimento de Portugal e o impacto na atividade das empresas face às perdas económicas, provocadas pela falta de inspetores, por força da inabilidade do governo em garantir a inspeção sanitária, serviço da competência da Direção Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) tutelada por esse Ministério. Ler mais aqui.
A APIC agradece a Mário Guarda!
No passado mês de outubro, o nosso vice-presidente, Mário Guarda, apresentou a carta demissão do cargo que ocupava na APIC e também do cargo de tesoureiro da FILPORC.
Eram cargos não remunerados, eram ocupações que lhe davam trabalho, diria, que eram funções dispendiosas, mas do seu tempo. Do tempo que se entrega voluntariamente, graciosamente em prol do setor associativista, que é como dizer, em prol do setor da carne.
Ainda assim, apesar de serem cargos, que em regra, não se aufere qualquer vencimento, como no caso concreto, são cargos que às vezes podem toldar as mentes de alguns que julgam ficar em patamares superiores.
Mas o Mário Guarda, não! Enquanto dirigente das organizações associativistas, teve sempre um papel importante, porque deu sempre de si, do seu saber, do seu tempo, para que estas organizações cumprissem com a sua missão, mas de forma modesta e despretensiosa, como ele diz muitas vezes, “sem frescuras”.
Poucos se apercebem do tempo que os dirigentes dão à causa do associativismo, tempo e empenho que o Mário deu de forma abnegada. Ler mais aqui.
