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Chegámos ao cúmulo de, apesar dos custos com a taxa de inspeção, os matadouros terem que ajustar os respetivos horários de abate e mesmo o volume de abate de acordo com a capacidade da DGAV de colocar inspetores sanitários nos matadouros.

“Deixem-nos trabalhar!” É o que sistematicamente têm dito os industriais da carne que há muito só pedem que o Estado não os impeça de trabalharem.

Perguntam os leitores: “Mas, então, o que é que obstrui o normal funcionamento dos matadouros?” Pode parecer estranho, e até difícil de entender, mas a verdade é que os matadouros asseguram à Direção Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) verbas elevadíssimas de taxas para poderem laborar. Estes valores são relativos à taxa de inspeção sanitária liquidada pelos matadouros à autoridade responsável pela colocação de médicos veterinários para efetuarem inspeção sanitária: a DGAV. As empresas liquidam mensalmente ao Estado valores acima de 35.000 euros, para poderem contar com os veterinários oficiais, sem os quais não poderão abater qualquer animal para consumo humano, sob pena de o abate ser considerado clandestino e incorrerem em pena de prisão. Ler mais aqui.