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Reforço do bem-estar animal, redução do desperdício alimentar e contribuir para a descarbonização são alguns dos eixos que norteiam a indústria nacional da carne. Quem o diz é Graça Mariano, diretora executiva da Associação Portuguesa dos Industriais de Carnes (APIC) nesta entrevista à iALIMENTAR. A responsável recorda que as empresas portuguesas "têm tido um enorme investimento nas novas tecnologias". Alerta ainda para a "falta crónica" de veterinários da DGAV no que aos abates nos matadouros diz respeito.

Que radiografia se pode traçar do setor da carne em Portugal? Como se pode hoje caraterizar a indústria da carne: desde a produção ao embalamento, passando pela distribuição e consumo?

É um setor muito inovador que tem procurado responder às solicitações não só dos consumidores como as que surgem no âmbito do reforço do bem-estar animal, da produção com menos aditivos, da redução do desperdício alimentar e ainda do ambiente, com a adaptação à descarbonização. Têm sido feitos investimentos descomunais com todos estes desafios, bem como com a aplicação dos requisitos legais impostos na Europa que são dos mais exigentes do mundo.

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